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A primeira semana com software de oficina

O que carregar no primeiro dia, o que deixar para depois e como trabalhar uma semana com ordens reais.

Esta semana, não o arquivo

O erro típico é querer meter dez anos de clientes antes de abrir a primeira ordem. Essa carga não acaba e a equipa continua em papel. Começa-se pelos carros que estão dentro e pelas marcações dos próximos dias.

Clientes, matrículas e o motivo do trabalho. Com isso já se recebe, atribui e orçamenta. O histórico antigo consulta-se onde estava até o carro voltar.

Uma filial e um percurso

Se há várias sedes, a primeira semana faz-se numa. Aprender o percurso num balcão já chega. A segunda filial entra quando a primeira fecha o dia sem voltar ao papel.

O percurso é curto: marcação ou ordem, estado, orçamento, fatura. Não se ativa ao mesmo tempo portal, inventário completo e todos os avisos. Cada coisa nova soma-se quando a anterior já se usa sozinha.

A equipa

Uma pessoa da receção e uma da baía têm de saber abrir e ler a ordem. Não é uma formação de dias. É essas duas pessoas usarem a ficha com carros a sério e corrigirem o estado antes de sair.

As dúvidas da primeira semana resolvem-se no fecho, não a meio de uma entrega. Se algo se fez em papel «por segurança», no dia seguinte passa para a ordem. O registo duplo só pode durar uns dias.

O que ver à sexta

As ordens dos carros que continuam dentro estão abertas e com um estado credível? As marcações da semana seguinte estão no calendário? Há alguma fatura paga que continue em rascunho? Se as respostas forem sim, sim e não, a semana serviu.

A partir daí acrescenta-se o stock do que para carros e os avisos de inspeção dos veículos já tocados. Não ao contrário. A primeira semana só tem de mostrar que o balcão pode viver na folha de trabalho.

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