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O fecho do dia na receção

O que rever antes de fechar: ordens abertas, peças pedidas, marcações de amanhã e faturas por cobrar.

Ordens que continuam abertas

Antes de sair, vê-se que carros continuam dentro e em que estado. Se um figura em curso e já está pronto, amanhã a primeira chamada recebe uma resposta velha. Corrigir o estado são dois minutos.

Se uma ordem não avançou, deixa-se escrito porquê: falta uma peça, uma autorização, o mecânico. «Parado» sem motivo obriga a reconstruir a história de manhã.

Peças e promessas

Revê-se o que se pediu hoje e o que se disse ao cliente. Se a promessa não está na ordem, só se lembra quem falou. Essa pessoa pode não estar amanhã à abertura.

Não se reserva uma baía de amanhã para um carro cuja peça não chegou. O intervalo de amanhã é para o que se pode fazer. O que espera material fica em espera, não no calendário como se fosse entrar.

A agenda de amanhã

Olham-se a primeira hora e a última. Confirma-se que as marcações têm cliente, matrícula e motivo. Um intervalo em nome de «João» sem matrícula é uma chamada à pressa às oito.

Se há um aviso de inspeção ou de manutenção que cabe num intervalo livre, deixa-se apontado para ligar. O fecho prepara a manhã. Não a improvisa.

O que não se cobrou

Faturas enviadas e não pagas, e carros entregues com o pagamento a meio. Um olhar ao estado evita descobrir à sexta que três entregas saíram sem cobrar.

O fecho não é um relatório. É uma passagem por ordens, peças, marcações e cobranças. Alguém concreto fá-lo. Não «já alguém vê».

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