Checklist de stock mínimo e movimentos
O inventário serve quando o número se pode acreditar. Esta lista cobre a alta de uma peça, o mínimo a partir do qual se quer saber e os movimentos de entrada e saída. Começa-se pelo que para carros. Cada filial tem o seu stock.
Ao dar de alta
- Nome com que qualquer pessoa da oficina a reconhece.
- Categoria simples: peça, consumível ou ferramenta.
- Quantidade que há hoje, contada, não estimada.
- Mínimo abaixo do qual tem de saltar o aviso.
- Filial em que a peça está.
- Não se dão de alta anos de referências no primeiro dia.
Quando entra um pedido
- Regista-se a entrada no dia em que a peça chega à prateleira.
- Confirma-se que é a referência pedida.
- Se era para uma ordem concreta, olha-se a ordem e só então se oferece hora.
- Não se dá por montada até sair para o carro.
- Se sobra, o stock fica acima do mínimo.
- Se vinha de outra filial, a transferência vê-se nas duas.
Quando sai para uma ordem
- A saída anota-se ao levá-la à baía, não no fim da semana.
- A ordem indica que peça se usou.
- Se não se chega a montar, volta a entrar no stock.
- Não se promete uma unidade já destinada a outro carro.
- O orçamento não diz «em stock» se o número é zero.
- Uma peça abaixo do mínimo gera aviso antes de faltar no trabalho seguinte.
Uma vez por semana
- Veem-se os avisos de stock baixo e decide-se o que se pede.
- Corrige-se uma contagem só quando alguém contou, e deixa-se o movimento.
- Retiram-se artigos duplicados com dois nomes.
- Não se soma o stock de outra filial ao prometer.
- Revêm-se peças recebidas que continuam sem ordem.
- O objetivo é a receção poder dizer se há filtro sem ir à prateleira.
Se quiser ver isto dentro do painel, peça uma demonstração. GarageBolt