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O que tem de levar um orçamento de oficina

Um orçamento claro lê-se sem ligar para a oficina a perguntar o que inclui. Este guia lista o que convém separar: mão de obra, peças, o que fica de fora e a forma de aceitar. Usa-se ao preparar o documento que sai da ordem.

Identificar o trabalho

  • Nome do cliente e telefone.
  • Matrícula e uma linha do veículo.
  • Motivo que se vai orçamentar, numa frase.
  • Data do orçamento.
  • Filial que o emite.
  • Se sai de uma ordem já aberta, que isso se note.

Linhas que se entendem

  • Mão de obra descrita pelo trabalho, não só por horas soltas.
  • Cada peça com nome suficiente para a reconhecer.
  • Quantidades, não um «vários».
  • Preço de cada linha e total.
  • Impostos visíveis.
  • O que não entra: diagnóstico extra, peça alternativa, outra avaria vista de passagem.

Antes de enviar

  • O total coincide com a soma das linhas.
  • Não promete uma peça que o inventário não tem, salvo se se disser que se pede.
  • O prazo de validade está escrito se o preço da peça pode mudar.
  • Quem envia consegue explicá-lo ao telefone num minuto.
  • Não há um preço diferente já dito no chat.
  • O estado do orçamento mostra se ainda se espera resposta.

Quando o cliente responde

  • A aceitação fica registada, não só num áudio.
  • Se pede uma alteração, atualiza-se o orçamento antes de continuar.
  • A fatura posterior leva o que foi aceite.
  • Um trabalho novo na baía não entra sem avisar.
  • Se não aceita, a ordem não segue como se tivesse dito que sim.
  • Ao cobrar, o estado da fatura passa a paga ou fica o prazo escrito.

Se quiser ver isto dentro do painel, peça uma demonstração. GarageBolt

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